Live high!
sábado, 6 de dezembro de 2014
Um dia frio, daqueles que combinam com o adeus e com o fim de toda historia, talvez não só pelo adeus repentino, mas pelo fato de se amar, com alguns defeitos, o motivo de tanta lastima é porque não me restam lembranças, nem de um ultimo beijo, nem de um ultimo sorriso, o ultimo abraço, ao meu ver é uma dessas noites densas e cheias de neblinas que vem encobrido o que parece ser uma grande ferida, e me doi ver que o tanto realmente não era nada, a ponto de se findar e somente um ato, e ver que o tanto não era nada por opitar escolher sempre o fim, é uma noite fria pra combinar com o ato de um coração que se fecha que acaba com essa historia, é um adeus a toda forma de inspiração, e também o momento certo para encontrar uma nova fonte, pois aquela a tempos usada está gasta, perdida por ai numa dessas noites.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
Eu tenho amigos que não estão mais aqui
e nesses momentos as suas lembranças pairam pelo ar
O sabor de algumas manhãs guardadas apenas entre nós
E o sonho de um futuro que foi deixado pra traz
A vida gritou para cada um
E no seu mais simbólico amor
Os levou para longe
E aqui o vento sopra
A noite caí, o sol longe se vai
Traz a calmaria, paixão
Cada um em seu lugar, seu devido lugar
Os mais apaixonados pela vida
Vejo pessoas que amavam a liberdade presas em ternos
E pessoas que andavam carrancudas
Se soltaram no mundo, fizeram o seu lar
Na morada dos santos, alguns se encontra
A vida nos leva para caminhos estranhos
Mas o que mais me aflige é a forma como vivo
Eu ainda continuo aqui, o que mudou não sei
Acredito que a velhice não chega com a idade
Mas com a alma que deixa de sonhar
E aqui, em meu lar, me sinto jovem
Com toda a vontade pra viver
Mesmo ao olhar no espelho e ver apenas rugas.
-Cronicas de um velho aprendiz.
e nesses momentos as suas lembranças pairam pelo ar
O sabor de algumas manhãs guardadas apenas entre nós
E o sonho de um futuro que foi deixado pra traz
A vida gritou para cada um
E no seu mais simbólico amor
Os levou para longe
E aqui o vento sopra
A noite caí, o sol longe se vai
Traz a calmaria, paixão
Cada um em seu lugar, seu devido lugar
Os mais apaixonados pela vida
Vejo pessoas que amavam a liberdade presas em ternos
E pessoas que andavam carrancudas
Se soltaram no mundo, fizeram o seu lar
Na morada dos santos, alguns se encontra
A vida nos leva para caminhos estranhos
Mas o que mais me aflige é a forma como vivo
Eu ainda continuo aqui, o que mudou não sei
Acredito que a velhice não chega com a idade
Mas com a alma que deixa de sonhar
E aqui, em meu lar, me sinto jovem
Com toda a vontade pra viver
Mesmo ao olhar no espelho e ver apenas rugas.
-Cronicas de um velho aprendiz.
quinta-feira, 6 de março de 2014
"Certo é que caminhei muito tempo
Seguindo por apenas uma estrada que parecia tão reta
Incerta foi a cobiça que me cobriu
Nem pensei em ter com quem dividir esse caminho
E agora que cheguei a este ponto alto
Olhando o sol logo ali indo também
E a lua chegando para fazer companhia a todas as almas solitárias
Me senti o mundo, por muito tempo
E hoje aqui estou, o mundo fora de mim
A lua jogando na minha cara que estou só
E que mais uma vez ela é a única a me acompanhar
Afinal é a companhia de todas as almas solitárias
E nesse momento o desejo que arde no coração
É a vontade de ter alguém para quem dividir este momento
E fazer a lua ser companhia para mais um casal."
Seguindo por apenas uma estrada que parecia tão reta
Incerta foi a cobiça que me cobriu
Nem pensei em ter com quem dividir esse caminho
E agora que cheguei a este ponto alto
Olhando o sol logo ali indo também
E a lua chegando para fazer companhia a todas as almas solitárias
Me senti o mundo, por muito tempo
E hoje aqui estou, o mundo fora de mim
A lua jogando na minha cara que estou só
E que mais uma vez ela é a única a me acompanhar
Afinal é a companhia de todas as almas solitárias
E nesse momento o desejo que arde no coração
É a vontade de ter alguém para quem dividir este momento
E fazer a lua ser companhia para mais um casal."
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Sobre tanto tempos que eu perdi pensando em viver e nada fiz
Estivestes a buscar a verdade
Nas suas formas mais irreais
E nas incertezas de um dia
Passei a viver em ti
Sobre tantos montes que escalei
sobre todos os nomes que pronunciei
O teu ressoa em meus extremos pensamentos
E a verdade que pensas que guardastes
Se findou em sua própria historia
Em todos os dias que caminhei sem saber a direção exata
Estive a seguir pensamentos soltos
Como um louco que se diz sã
Não são só dias ruins que fizeram esta historia
Mas a ilusão de uma verdade que acomoda
Sobre tantos montes que escalei sobre todos os nomes que pronunciei
O teu ressoa em meus extremos pensamentos
E a verdade que pensas que guardastes
Se findou em sua própria historia
Estivestes a buscar a verdade
Nas suas formas mais irreais
E nas incertezas de um dia
Passei a viver em ti
Sobre tantos montes que escalei
sobre todos os nomes que pronunciei
O teu ressoa em meus extremos pensamentos
E a verdade que pensas que guardastes
Se findou em sua própria historia
Em todos os dias que caminhei sem saber a direção exata
Estive a seguir pensamentos soltos
Como um louco que se diz sã
Não são só dias ruins que fizeram esta historia
Mas a ilusão de uma verdade que acomoda
Sobre tantos montes que escalei sobre todos os nomes que pronunciei
O teu ressoa em meus extremos pensamentos
E a verdade que pensas que guardastes
Se findou em sua própria historia
"Com tempo de festas, vem tanta folia
Desce a cerveja gelada, em uma noite fria
Tomar um gole cheio de sofrimento
Alimenta a alegria de sofrer um pouco mais por amor
E por onde andar eu vou?
Se quero mesmo é ficar a me embriagar
Solidão tá na moda, eu sigo a tendência
Mesmo sendo clichê, eu vou a cantar
Ainda rimam amor com dor, fala serio que coisa sem pudor
Desce uma gelada, pra noite acabar
E se for pra sofrer quero mais é viver
Que coisa tola é a vida, chorando por quem não devia
Tem gente boba que sorri, e eu a beber
Mas que coisa sem pudor é o amor
Enquanto sofrer tiver na moda, eu sigo a tendência"
Desce a cerveja gelada, em uma noite fria
Tomar um gole cheio de sofrimento
Alimenta a alegria de sofrer um pouco mais por amor
E por onde andar eu vou?
Se quero mesmo é ficar a me embriagar
Solidão tá na moda, eu sigo a tendência
Mesmo sendo clichê, eu vou a cantar
Ainda rimam amor com dor, fala serio que coisa sem pudor
Desce uma gelada, pra noite acabar
E se for pra sofrer quero mais é viver
Que coisa tola é a vida, chorando por quem não devia
Tem gente boba que sorri, e eu a beber
Mas que coisa sem pudor é o amor
Enquanto sofrer tiver na moda, eu sigo a tendência"
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